POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA ASSIPEC

INTRODUÇÃO
A Política do Voluntariado está em conformidade com a Lei Federal 9.608, de 1998 que regu­la a matéria.

Nos termos dessa legislação vigente considera-se serviço voluntário a atividade não remu­nerada, prestada por pessoa física à instituição privada de fins não lucrativos, que tem objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, in­clusive mutualidade. O serviço voluntário não gera vínculo empregatício, nem obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim.

OBJETIVOS
Objetivo Geral. O objetivo da Política de Voluntários da ASSIPEC é apresentar os principais aspectos que norteiam a prática voluntária na Associação.
Objetivos Específicos. 1. Fornecer diretrizes às equipes de trabalho na gestão participati­va; 2. Alcançar o completismo da maxiproéxis institucional.
Vínculo. O vínculo dos voluntários com a ASSIPEC é consciencial, ou seja, ocorre a partir da afinidade com as ideias da Conscienciologia e o comprometimento com o materpensene e a es­pecialidade da instituição: Reurbanização e Parassociologia.

VALORES
A ASSIPEC tem suas atividades embasadas no seu CGC (Código Grupal de Cosmoética), co­mo segue:

  • Produção Científica;
  • Interassistencialidade;
  • Prioridade;
  • Convivialidade Sadia;
  • Responsabilidade;
  • Maturidade Grupal.

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO
A ASSIPEC tem como modelo de atuação no voluntariado, a gestão participativa, com o en­volvimento regular e significativo dos voluntários nas decisões da Associação.
Essa modalidade de gestão incentiva:

  • O envolvimento e a responsabilidade individual e  grupal;
  • O desenvolvimento de novas lideranças;
  • O completismo da proéxis pessoal e maxiproéxis grupal;
  • A ampliação da visão de conjunto nas decisões;
  • A valorização dos trafores.

Para a efetivação desse modelo de gestão, tornam-se necessárias as seguintes ações:

  • A participação dos voluntários nas decisões que envolvem a instituição;
  • Implementação da Ouvidoria do Voluntariado.

VOLUNTÁRIO DA ASSIPEC
Definição: é a pessoa física disposta a assumir a identidade de Cidadão Multidimensional, priorizando a Reurbanização intra e extrafísica, colaborando, através do vínculo consciencial, com o  completismo da maxiproéxis da associação.

MODALIDADES DE VOLUNTARIADO
O voluntariado pode ser:

  • Voluntário Presencial: colabora, interna e/ou externamente à IC, de maneira regu­lar para atender às funções assumidas no colegiado de atuação.
  • Voluntário à Distância: colabora, externamente à IC, de maneira regular ou even­tual, para atender às funções assumidas no colegiado de atuação.
  • Voluntário Consultor: voluntário que presta serviço de consultoria para atender às funções assumidas no colegiado de atuação.

Eleições. Somente o Voluntário Presencial, em dia com suas obrigações assumidas perante a ASSIPEC, poderá candidatar-se a cargo eletivo, nos termos do art. 7º, § 1º do Estatuto desta IC e da presente Política do Voluntariado.

CRITÉRIOS PARA SER VOLUNTÁRIO DA ASSIPEC

  • Estabelecer vínculo consciencial ou seja, sem vínculo empregatício;
  • Ter concluído ou reciclado o curso de “Cidadania Multidimensional” nos últimos três anos;
  • Identificação com os objetivos da instituição;
  • Responsabilidade e comprometimento com o trabalho voluntário assumido;
  • Passar por entrevista com o coordenador do Colegiado administrativo ou a quem in­dicar;
  • Preenchimento e assinatura do “Questionário de Avaliação Holossomática”;
  • Assinar e se comprometer com o “Termo de Adesão” ao Serviço Voluntário da ASSI­PEC.

CRITÉRIOS PARA SER VOLUNTÁRIO DA ASSIPEC À DISTÂNCIA

  • Estabelecer vínculo consciencial;
  • Ter concluído ou reciclado nos últimos três anos o curso de entrada de uma IC;
  • Estar disposto a contribuir, aplicando competências, habilidades e potencialidades nas atividades desenvolvidas na IC;
  • Assinar e se comprometer com o termo de adesão ao serviço voluntário da ASSIPEC.

 

PROCEDIMENTOS PARA SE TORNAR VOLUNTÁRIO
Esses procedimentos seguirão 3 fases:

  • Intencionalidade de Voluntariar.

Agendamento da entrevista. O candidato  preenche o formulário de intenção em  voluntariar. Posteriormente será agendada uma entrevista de acordo com a disponibilidade do candidato e de dois responsáveis pelo voluntariado.
Na entrevista, o interessado será informado do materpensene da Associação, da Política do Voluntariado e das atividades de cada Colegiado.

  • Encaminhamento.

Uma vez aprovado o candidato, cabe ao coordenador do setor de voluntários o encami­nhamento ao coordenador do(s) colegiado(s) de sua preferência, para efetivar sua adesão e definir suas funções onde exercerá um período de adaptação de até 90 dias.
Após a alocação, o coordenador do(s) colegiado(s) apresentará o novo voluntário aos de­mais membros da Associação.

  • Transferência de colegiado

O voluntário que manifestar interesse na mudança de colegiado deverá inicialmente   informar sua intenção ao coordenador do seu colegiado que encaminhará o voluntário ao  responsável pelo colegiado pretendido o qual efetuará o recadastramento e a especifica­ção  das novas funções do voluntário.

DESENVOLVIMENTO DO VOLUNTÁRIO
A cada coordenador será atribuída a responsabilidade de acompanhar as atividades de seus voluntários e verificar os resultados obtidos junto aos voluntários de sua equipe.

  • As intercorrências devem ser comunicadas, pelo coordenador ao setor de voluntários.
  • As pendências devem ser resolvidas nesta seqüência:

Coordenação do Colegiado → Coordenação Geral  → Colegiado Executivo.
 
AFASTAMENTO OU DESLIGAMENTO DO VOLUNTÁRIO
Voluntário afastado. É aquele que por motivos pessoais ou institucionais está impossi­bilitado de desenvolver suas funções temporariamente.  A solicitação poderá ser solicitada:
a. Pelo Voluntário. A solicitação será encaminhada pelo voluntário ao coordenador do colegiado de atuação.
b. Pela Instituição. Quando a IC avalia que o voluntário não oferece condições momen­tâneas  para voluntariar.

Observação: ao voluntário afastado da IC, deverá ser informado claramente o motivo do afastamento e, após, ser entrevistado para reintegração.

Voluntário desligado. É o voluntário impossibilitado de participar do trabalho voluntário na IC. O voluntário pode ser desligado da IC pelos seguintes motivos:

  • Comprometimento da saúde física, energética ou psíquica;
  • Interferência do voluntário na segurança  da IC;
  • Desrespeito grave às relações interpessoais;
  • Qualquer motivo que constitua  falta grave ou desrespeito à Política do Voluntariado.

Desligamento. Todos os casos de desligamento devem envolver uma comissão com­posta pelo Colegiado Executivo, após fornecer o direito de defesa ao Voluntário.

Observação: O desligamento será registrado no próprio formulário de entrevista, com a data e o motivo do mesmo.